{"id":4991,"date":"2021-05-07T18:19:48","date_gmt":"2021-05-07T21:19:48","guid":{"rendered":"https:\/\/site.cpqba.unicamp.br\/?page_id=4991"},"modified":"2021-05-07T18:49:14","modified_gmt":"2021-05-07T21:49:14","slug":"relevanciapesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/site.cpqba.unicamp.br\/en\/relevanciapesquisa\/","title":{"rendered":"relevanciaPesquisa"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"4991\" class=\"elementor elementor-4991\" data-elementor-settings=\"{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-f9e0a96 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"f9e0a96\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-87fccc2\" data-id=\"87fccc2\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-942d79d elementor-widget elementor-widget-spacer\" data-id=\"942d79d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-be9359f elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"be9359f\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;,&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-69e4311\" data-id=\"69e4311\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dd4a6d9 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"dd4a6d9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2>A relev\u00e2ncia da pesquisa na domestica\u00e7\u00e3o de plantas medicinais<\/h2><p>Essenciais, pesquisas com domestica\u00e7\u00e3o de plantas medicinais geram importantes resultados, ao mesmo tempo em que exp\u00f5em dificuldades e fragilidades da ci\u00eancia no Brasil<\/p><p>Por Gustavo Steffen de Almeida<\/p><p>Cada vez mais se reconhece o potencial de uso das plantas da biodiversidade brasileira. Al\u00e9m dos usos aliment\u00edcios, das fibras t\u00eaxteis, etc, o uso medicinal \u00e9, talvez o que mais vem se difundindo. Al\u00e9m de receber progressiva aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores e ind\u00fastria, o uso popular permanece existindo e parece at\u00e9 estar recobrando for\u00e7a atualmente. A quest\u00e3o \u00e9 que, desde sempre, as plantas medicinais utilizadas s\u00e3o, quase que totalmente, obtidas do ambiente natural &#8211; variedades selvagens. Esse cen\u00e1rio motiva o desenvolvimento de uma ampla gama de pesquisas objetivando a domestica\u00e7\u00e3o destas plantas (ver\u00a0<em>box<\/em>). Apesar de imprescind\u00edveis, a realiza\u00e7\u00e3o destas pesquisas ainda encontra, no entanto, obst\u00e1culos substanciais em nosso pa\u00eds.<\/p><p>A maior parte do mercado de plantas medicinais &#8211; sejam as plantas utilizadas na pesquisa cient\u00edfica, as que s\u00e3o fontes de extratos incorporados a produtos industriais e\/ou farmac\u00eauticos e as vendidas ao p\u00fablico no mercado popular &#8211; \u00e9 abastecido via extrativismo, informa \u00cdlio Montanari J\u00fanior, pesquisador da Divis\u00e3o de Agrotecnologia do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Qu\u00edmicas, Biol\u00f3gicas e Agr\u00edcolas da Universidade Estadual de Campinas (CPQBA\/Unicamp).<\/p><p>Segundo o pesquisador, isso causa, fundamentalmente, dois problemas:<\/p><p>O primeiro \u00e9 a press\u00e3o sobre os recursos naturais, que faz com que muitas das esp\u00e9cies medicinais mais importantes estejam j\u00e1 relacionadas em listas vermelhas de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p><p>O segundo diz respeito \u00e0 cadeia produtiva, ou seja, a oferta incerta e a baixa confiabilidade do material obtido a partir das variedades selvagens. Al\u00e9m de n\u00e3o ser poss\u00edvel garantir a const\u00e2ncia no fornecimento, as plantas obtidas do ambiente natural apresentam alta varia\u00e7\u00e3o em termos de composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica \u2013 caracter\u00edstica primordial quando se tratam de esp\u00e9cies medicinais.<\/p><p>Deste modo, garante \u00cdlio, o cultivo agr\u00edcola resolve o problema ambiental da sobrecoleta, e padroniza a cadeia de produ\u00e7\u00e3o, propiciando o fornecimento de mat\u00e9ria-prima de qualidade conhecida (principalmente quanto \u00e0 composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica), em quantidade suficiente e de maneira constante.<\/p><p>No CPQBA, a equipe do pesquisador se empenha em obter as variedades mais promissoras em termos de produ\u00e7\u00e3o dos compostos de interesse e de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica agr\u00edcola. Basicamente, \u201co processo se d\u00e1 atrav\u00e9s do melhoramento gen\u00e9tico cl\u00e1ssico, a n\u00edvel de campo\u201d, pontua. Nesse m\u00e9todo, s\u00e3o escolhidos para o cruzamento \u201cpais\u201d que contemplem as caracter\u00edsticas de interesse cient\u00edfico e\/ou comercial desejadas (tamanho da planta, rendimento de \u00f3leo essencial, teor de princ\u00edpio ativo, etc) e tamb\u00e9m boas caracter\u00edsticas agr\u00edcolas, como resist\u00eancia \u00e0 pragas, produtividade e capacidade de rebrota, por exemplo. A partir da\u00ed se avalia a prog\u00eanie (filhos) de primeira gera\u00e7\u00e3o e se escolhem novos pais, realizando-se novo cruzamento e obtendo-se uma nova prog\u00eanie (2\u00aa gera\u00e7\u00e3o) que vai ser analisada e selecionada, e assim sucessivamente. O objetivo \u00e9 chegar \u00e0s caracter\u00edsticas que se deseja, obtendo-se novas cultivares, ou seja, variedades cultiv\u00e1veis. \u201cEssas j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais selvagens; \u00e9 uma popula\u00e7\u00e3o transformada\u201d, complementa \u00cdlio, \u201cj\u00e1 pode ser dada ao agricultor\u201d.<\/p><p>Segundo o pesquisador da Unicamp, da sele\u00e7\u00e3o inicial das esp\u00e9cies at\u00e9 a disponibiliza\u00e7\u00e3o da semente da nova cultivar, s\u00e3o necess\u00e1rios, no m\u00ednimo, dez anos. Ele diz que o melhoramento cl\u00e1ssico em campo, apesar de requerer mais tempo, \u00e9 indispens\u00e1vel, pois metodologias modernas \u2013 como sequenciamento gen\u00e9tico, por exemplo \u2013 n\u00e3o s\u00e3o suficientes, por ser preciso avaliar no campo o comportamento da cultivar.<\/p><p><strong>O Pionerismo da Unicamp<\/strong><\/p><p>As primeiras duas cultivares de plantas medicinais do Brasil foram concebidas no CPQBA. As esp\u00e9cies domesticadas s\u00e3o a carqueja (<em>Baccharis trimera<\/em>), que \u00e9 utilizada popularmente como anti-inflamat\u00f3ria, verm\u00edfuga e antiparasit\u00e1ria, e a macela (<em>Achyrocline satureioides<\/em>), com potencial efeito calmante e antial\u00e9rgico, al\u00e9m de aplica\u00e7\u00e3o industrial como enchimento de travesseiros. Esta conquista tem especial import\u00e2ncia pelo fato de ambas as plantas figurarem em listas vermelhas de esp\u00e9cies amea\u00e7adas em seu ambiente natural.<\/p><p>As cultivares foram registradas junto ao Minist\u00e9rio da Agricultura e s\u00e3o protegidas pela Lei de Prote\u00e7\u00e3o de Cultivares, que \u00e9 an\u00e1loga \u00e0 Lei de Propriedade Industrial, mas voltada \u00e0 organismos vivos.\u00a0 Montanari Jr. afirma que a variedade j\u00e1 est\u00e1 licenciada, uma vez que uma empresa j\u00e1 se interessou em produzi-la em escala comercial. \u201cEstamos produzindo as sementes\u201d, assegura.<\/p><p>Al\u00e9m destas esp\u00e9cies, h\u00e1, no centro de pesquisa, projetos de domestica\u00e7\u00e3o em andamento com diversas outras, dentre as quais f\u00e1fia (g\u00eanero\u00a0<em>Pfaffia<\/em>), erva-baleeira (<em>Cordia verbenacea<\/em>), guaco (<em>Mikania glomerata<\/em>), espinheira-santa (<em>Maytenus ilicifolia<\/em>) \u2013 todas de interesse terap\u00eautico \u2013 e est\u00e9via (<em>Stevia rebaudiana<\/em>), de interesse para a ind\u00fastria aliment\u00edcia como edulcorante.<\/p><p>Dado o car\u00e1ter pluridisciplinar do CPQBA, a domestica\u00e7\u00e3o destas plantas \u00e9 a primeira \u2013 e primordial \u2013 etapa na realiza\u00e7\u00e3o de muitas pesquisas conjuntas com outras divis\u00f5es do centro. A partir do cultivo das variedades \u00e9 possibilitada a extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leos essenciais e extratos padronizados e, por conseguinte, o isolamento de seus princ\u00edpios ativos. Essas subst\u00e2ncias d\u00e3o margem a uma ampla gama de pesquisas, atrav\u00e9s das quais se visualizam aplica\u00e7\u00f5es em \u00e1reas como sa\u00fade humana e animal, alimentos, prote\u00e7\u00e3o agr\u00edcola entre outras.<\/p><p><strong>Um percurso sinuoso<\/strong><\/p><p>Apesar dos evidentes progressos conseguidos pelos pesquisadores envolvidos com a domestica\u00e7\u00e3o das plantas medicinais e da import\u00e2ncia desse tipo de pesquisa, a chamada bio-prospec\u00e7\u00e3o (explora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da biodiversidade com intuito de encontrar novos compostos de interesse) no Brasil se v\u00ea enredada num sem-fim de controv\u00e9rsias.<\/p><p>Quando perguntado sobre as dificuldades em desenvolver as pesquisas acima mencionadas, Montanari Jr. mostrou-se visivelmente desapontado. \u201c\u00c9 muito dif\u00edcil trabalhar com elas [plantas medicinais] por causa das leis brasileiras\u201d. Como explicou, a situa\u00e7\u00e3o se tornou complexa a partir da cria\u00e7\u00e3o do CGen (Conselho Nacional do Patrim\u00f4nio Gen\u00e9tico), \u00f3rg\u00e3o vinculado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA), e a publica\u00e7\u00e3o da Medida Provis\u00f3ria 2.186-16 de 2001, que tratava do tema do uso da biodiversidade. Com o leg\u00edtimo intuito de regulamentar o uso do patrim\u00f4nio gen\u00e9tico e combater a biopirataria, tais medidas acabaram por tornar-se excessivamente restritivas. Foram imensamente prejudicados os cientistas que, h\u00e1 d\u00e9cadas, realizavam pesquisas com plantas nativas brasileiras \u2013 at\u00e9 mesmo as amplamente difundidas, a exemplo da mandioca, caju ou abacaxi. \u201cCerca de 40 mil pesquisadores foram [\u00e0 \u00e9poca] colocados na ilegalidade\u201d, lamenta \u00cdlio, \u201cdo dia para a noite\u201d.<\/p><p>Somente em 2011, segundo o entrevistado, foi lan\u00e7ada uma nova portaria a fim de legalizar a situa\u00e7\u00e3o desses pesquisadores, o que, infelizmente, n\u00e3o resolveu o problema. Devido \u00e0s diverg\u00eancias entre a legisla\u00e7\u00e3o imposta pelo CGen e as pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o ambiental do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), alguns dos que trabalhavam com as esp\u00e9cies nativas, em especial as medicinais, se viram metidos em imbr\u00f3glios jur\u00eddicos ou mesmo sujeitos \u00e0 pesadas multas quando tentaram registrar a propriedade intelectual de suas novas cultivares, como foi o caso de Montanari Jr. O mais recente cap\u00edtulo dessa intricada novela foi o lan\u00e7amento, no ano passado, da lei n\u00famero 13.123, ou Nova Lei de Biodiversidade. Segundo as novas diretrizes, o processo ser\u00e1 facilitado mediante o cadastramento dos pesquisadores, que obter\u00e3o autoriza\u00e7\u00e3o para o uso de recursos da biodiversidade. \u201cO problema \u00e9 que o formul\u00e1rio de cadastro ainda n\u00e3o existe!\u201d, diz \u00cdlio, informa\u00e7\u00e3o confirmada pelo pr\u00f3prio site do MMA, onde se l\u00ea que o funcionamento do cadastro depende de regulamenta\u00e7\u00e3o, e \u00e9 solicitado que se aguarde a publica\u00e7\u00e3o da normatiza\u00e7\u00e3o da referida lei. Diante disso, muitos pesquisadores se veem confrontados com o dilema de continuar ou n\u00e3o suas pesquisas \u2013 algumas j\u00e1 bem avan\u00e7adas \u2013 com recursos gen\u00e9ticos nativos.<\/p><p>Apesar de todos os esfor\u00e7os que tem sido feitos e toda a dedica\u00e7\u00e3o nas pesquisas com a biodiversidade em nosso pa\u00eds, o pesquisador da Unicamp teme que o Brasil esteja deixando passar grandes oportunidades em decorr\u00eancia da burocracia e de processos complicados. \u201cO Brasil poderia colocar no mundo muitos produtos baseados em nossa biodiversidade\u201d, e emenda, \u201cestamos perdendo o bonde\u201d.<\/p><p><strong>Domestica\u00e7\u00e3o de Plantas<\/strong><\/p><p>Existe uma ideia popular de que, j\u00e1 que uma planta nasce sozinha na mata, ela simplesmente vai nascer quando a plantarmos, e ir\u00e1 crescer do jeito e no tempo que quisermos. No entanto, as plantas selvagens, que s\u00e3o aquelas encontradas na natureza, possuem caracter\u00edsticas diferentes entre si e que, frequentemente, s\u00e3o antag\u00f4nicas ao processo de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola.<\/p><p>\u00a0A agricultura exige uma germina\u00e7\u00e3o uniforme, com todas as plantas brotando praticamente ao mesmo tempo e crescendo a uma taxa comum, o que permite uma popula\u00e7\u00e3o de plantas com caracter\u00edsticas homog\u00eaneas. No entanto, no ambiente natural n\u00e3o \u00e9 assim que ocorre, pois ainda que dentro da mesma esp\u00e9cie, cada variedade da planta (que s\u00e3o muitas) tem seu ritmo pr\u00f3prio de crescimento, caracter\u00edsticas de germina\u00e7\u00e3o e requisi\u00e7\u00e3o nutricional, o que \u00e9 uma estrat\u00e9gia evolutiva da esp\u00e9cie para adaptar-se frente \u00e0s altera\u00e7\u00f5es do ambiente.<\/p><p>\u201cSe todas as plantas germinarem e come\u00e7arem a crescer ao mesmo tempo, um evento extremo, como uma queimada, pode eliminar toda a popula\u00e7\u00e3o.\u201d, afirma \u00cdlio Montanari J\u00fanior. Por isso, diz, existem processos fisiol\u00f3gicos, como a dorm\u00eancia das sementes, que possibilitam que as plantas germinem a tempos diferentes.<\/p><p>Outros aspectos como tamanho, forma e produtividade acabam apresentando enorme varia\u00e7\u00e3o dentro de uma popula\u00e7\u00e3o selvagem.<\/p><p>\u00a0Assim sendo, a pesquisa em domestica\u00e7\u00e3o de plantas visa identificar variedades selvagens que apresentam caracter\u00edsticas de interesse e adapt\u00e1-las \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de agricultura, promovendo popula\u00e7\u00f5es com caracter\u00edsticas as mais uniformes poss\u00edvel.<\/p><p><em>Esta mat\u00e9ria foi originalmente publicada pelo autor na revista eletr\u00f4nica de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica ComCi\u00eancia <span style=\"color: #008000;\"><strong>(<\/strong><\/span><\/em><span style=\"color: #008000;\"><strong><a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.comciencia.br\/\">www.comciencia.br<\/a><\/strong><\/span><em><span style=\"color: #008000;\"><strong>) <\/strong><\/span>e por ele adaptada.<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-d612910 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"d612910\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;_ha_eqh_enable&quot;:false}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1e8178f\" data-id=\"1e8178f\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1399c9b elementor-widget elementor-widget-spacer\" data-id=\"1399c9b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A relev\u00e2ncia da pesquisa na domestica\u00e7\u00e3o de plantas medicinais Essenciais, pesquisas com domestica\u00e7\u00e3o de plantas medicinais geram importantes resultados, ao mesmo tempo em que exp\u00f5em dificuldades e fragilidades da ci\u00eancia no Brasil Por Gustavo Steffen de Almeida Cada vez mais se reconhece o potencial de uso das plantas da biodiversidade brasileira. 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